de Miguel Correia
ISBN: 9789895196852
Edição ou reimpressão: 12-2016
Editor: Chiado Editora
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 217 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 260
Tipo de Produto: Livro
Coleção: Palavras Soltas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
Sinopse
Miguel Correia volta a agitar o panorama literário nacional com as suas crónicas humorísticas, bizarras e verdadeiras. Os relatos caricatos de um povo peculiar que teima em fazer tudo ao contrário.
Convém dizer – para salvar a pele – que o próprio autor tem a sua quota-parte de asneiras escritas aqui dentro. É questão de ler.
Política, negócios, profissionais de saúde, forças de autoridade, génios do mal, entretenimento familiar, mundo do futebol, romance, vida depois do casamento, ausência de civismo e tantas outras que escrevi, mas agora não me lembro.
Pode servir de presente. Mesmo que não goste da pessoa a quem o vai oferecer. Depois disto, ela nunca mais vai reclamar ao receber um belo par de meias. Aliás, estivesse eu desse lado e, certamente, também não me comprava. O livro está aqui.
Porque tem de ser.
Neste segundo livro de
crónicas, Miguel Correia volta a deliciar-nos com mais umas quantas situações curiosas
passadas no seu dia a dia e a que ninguém consegue ficar indiferente.
Situações com as quais nos deparamos todos, mas o autor anota
tudo, guarda e depois tem o dom de as passar ao papel.
Uma leitura divertida, rápida, cheia de humor e que têm como
objectivo fazer-nos passar um bom bocado. Dei por mim várias vezes durante o trajecto
de comboio a rir sozinha.
A leitura é uma lufada de ar fresco, que se lê de uma
assentada este livro pitoresco.
Histórias como a do O Porco Toninho que se tornou
famoso e ganhou o afecto da população de Vilarandelo.
Será que algum dia aquele porquinho a quem davam gomas e
pasteis será transformado em enchidos, ou um dia que desapareça nunca irão esquecê-lo?
Acredito, que ninguém conseguirá fazer tamanha crueldade ao porquinho pretinho de riscas brancas, pois
o seu desaparecimento para o povo será um verdadeiro pesadelo.
Uma Senhora Exemplar com um crédito de um Ford Mondeo, uma senhora
cautelosa, honesta e ponderada como ela não há, tem um carro com vários anos
que só serve para ir tomar chá, conduzir só para a inspecção mais parece uma
pachá.
As Abelhas e as Cegonhas já perderam o prazo
de validade, e as conversas hoje em casa têm mais diversidade.
Como é que uma rapariga com quinze anos, pensa que engravida
com uma almofada entre as pernas, é bizarro é burrice, iniquidade ou promiscuidade.
São histórias como estas que o autor nos presenteia, crónicas
do dia a dia e da vida alheia.
Da politica ao futebol, passando pela cultura, todos os artigos
atravessam ruelas e calçadas, fazendo aumentar a temperatura.
Com as lágrimas nos olhos por ser velho e cansado, já marcado
pelo destino, nos seus dias do fim para a morada eterna.
Se um desconhecido oferecer flores… isso é… Impulse, chamaria
mais chico espertice à portuguesa.
Enfim muito cuidado com a brisa que vem do
norte, porque há sempre um cusco munido de uma ilusão de óptica e uma grande
caldeirada poderá estar entregue à sua sorte, porque no meio disto tudo, está e
sempre estará a comunicação social.
Desde a primeira página as gargalhadas são gerais, e o
resultado no final é rir sem poder Mais!
Recomendo a leitura a todos aqueles que apreciam conversas
banais e outras mais racionais.
Mais uma vez os meus parabéns Miguel Correia.
Mais uma vez os meus parabéns Miguel Correia.
Miguel Correia nasceu em Matosinhos, em 1979. Concluiu o curso tecnológico de administração, do ensino público secundário, na Escola João Gonçalves Zarco (Matosinhos), em 1998. Desempenha, desde 2006, funções de maquinista (designação não oficial) no Metro do Porto. Em 2013 realizou o documentário "In Matosinhos", disponível no Facebook, YouTube e MeoKanal. Em 2014 lançou o livro "As Crónicas dos Tugas", pela "Chiado Editora".
Em 2016 participou no e-book "A audiência escreveu um crime", promovido pelo canal de televisão "Axn Portugal". Participou na colectânea "Arte pela escrita nove", pela "Mosaico de Palavras". Tem uma participação na imprensa através do "Jornal Maia Hoje", "Jornal O Matosinhense" (edição papel) e o "Jornal Etc e Tal" (edição online).
Em 2016 participou no e-book "A audiência escreveu um crime", promovido pelo canal de televisão "Axn Portugal". Participou na colectânea "Arte pela escrita nove", pela "Mosaico de Palavras". Tem uma participação na imprensa através do "Jornal Maia Hoje", "Jornal O Matosinhense" (edição papel) e o "Jornal Etc e Tal" (edição online).
Poderão ler a opinião do 1º livro As Crónicas dos Tugas
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