terça-feira, 22 de outubro de 2019

Há Uma Presença Nesta Casa de Patricia Darré, Pergaminho

Há Uma Presença Nesta Casa

ISBN: 9789896875398 
Edição ou reimpressão: 10-2019 
Editor: Pergaminho 
Idioma: Português 
Dimensões: 148 x 232 x 10 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 168
Tipo de Produto: Livro 
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Esoterismo

Casas assombradas, acontecimentos paranormais e presenças benéficas: casos reais de visitantes do Além

Sinopse 

Patricia Darré, uma das médiuns mais célebres em França, aborda neste livro casos de casas e locais ditos "assombrados" nos quais foi convidada a intervir com o seu dom de comunicação com o além. Mas atenção! A autora sabe bem que o espírito humano é capaz de criar visões que pertencem mais ao domínio dos psicólogos do que ao de uma médium.

Mas sabe também que há almas que ficam presas, à hora da morte, e continuam a deambular pelos locais onde pensam ainda viver, tornando a vida dos habitantes um inferno. Esta narrativa cativante lê-se como um romance e levanta muitas questões intrigantes. Encontrará, ao longo destas páginas, mais do que simples histórias de fantasmas; ficará a conhecer casos de locais onde memórias dramáticas se embrenharam nas paredes e nos espaços, tornando o ambiente inexplicavelmente inabitável, de objetos carregados de más intenções, ou de objetos e locais consagrados que não suportam estar num ambiente profano…

Mas ficará também a conhecer as histórias das presenças benéficas que às vezes conseguimos pressentir, e que protegem uma casa e os seus habitantes. A lição a aprender com estas histórias é, contudo, sempre a mesma… a de que nunca estamos sós! 


Patricia Darré é uma autora bestseller na área da espiritualidade esotérica e uma das médiuns mais conhecidas em França. Ao contrário da maior parte dos médiums célebres, ela define-se a si mesma como «laica e cética», e tem um grande cuidado na recolha e análise da informação que recebe por via espiritual. 










A Noite em que o Verão Acabou de João Tordo, Companhia das Letras (05-11-2019)

A Noite em que o Verão Acabou
ISBN: 9789896659127 
Edição ou reimpressão: 11-2019
Encadernação: Capa mole  
Tipo de Produto: Livro  
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
 
Pela mão de um dos grandes nomes da literatura portuguesa chega-nos um imperdível thriller. 
 
Sinopse 
 
14 de Setembro de 1998. O dia em que Chatlam, uma pequena vila americana, acordou em choque com o homicídio de Noah Walsh. O principal suspeito: a sua filha de dezasseis anos.

No Verão de 1987, o adolescente Pedro Taborda apaixona-se por Laura Walsh, a filha mais velha de um magnata nova-iorquino. Ela e Levi – uma criança misteriosa – passam férias com os pais no Lagoeiro, uma pacata cidade algarvia. Rica e moderna, a família Walsh tem tudo para dar muito nas vistas no sul de Portugal. Inebriado pelas formas perfeitas e pelos modos ousados de Laura, Pedro encontra na rapariga americana o seu primeiro amor. Mas quando o Verão acaba, a família Walsh regressa aos Estados Unidos e o destino fica por cumprir.

Dez anos depois, Pedro, decidido a tornar-se escritor, vai estudar para Nova-Iorque. Fascinado com Gary List, antigo prodígio das letras americanas, chega aos Estados Unidos determinado a perseguir os sonhos da juventude. Ao reencontrar Laura, está longe de suspeitar que esse acaso o mergulhará no crime mais falado dos anos noventa, o homicídio do milionário Noah Walsh.

Com um segundo homicídio a atrapalhar a investigação e uma corrida para salvar Levi, de apenas dezasseis anos, acusada de matar o pai, Pedro e Laura enredam-se irremediavelmente na teia de segredos que envolve a família Walsh, desde os anos quarenta do século XX até ao impensável desfecho nas primeiras décadas do novo milénio.

Porque em Chatlam – e neste thriller imparável – nada é o que parece.
O QUE ESCONDE LEVI WALSH?



 
João Tordo nasceu em Lisboa em 1975.
Venceu o Prémio Literário José Saramago 2009 com As Três Vidas, tendo sido finalista, com o mesmo livro, do Prémio Portugal Telecom, em 2011. Publicou doze romances, entre eles O Livro dos Homens sem Luz (2004), Hotel Memória (2007), Anatomia dos Mártires (2011), O Ano Sabático (2013), Biografia Involuntária dos Amantes (2014), O Luto de Elias Gro (2015), O Paraíso Segundo Lars D. (2015), O Deslumbre de Cecilia Fluss (2017) e Ensina-me a Voar Sobre os Telhados (2018). Foi finalista do Prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores (2011 e 2015), do Prémio Literário Fernando Namora (2011, 2012, 2015, 2016), e do Prémio Literário Europeu em 2012. Os seus livros estão publicados em vários países, incluindo França, Itália, Alemanha, Hungria, Espanha, México, Argentina, Brasil, Uruguai, entre outros. 
 
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Crise e Castigo e o Dia Seguinte de Fernando Alexandre, Luís Aguiar-Conraria e Pedro Bação, Fundação Francisco Manuel dos Santos

Crise e Castigo e o Dia Seguinte
ISBN: 9789898943910 
Edição ou reimpressão: 10-2019 
Editor: Fundação Francisco Manuel dos Santos
Fundação Francisco Manuel dos Santos
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 16 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 248 
Tipo de Produto: Livro 
Classificação Temática: Livros em Português > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia

Já está nas bancas, em nova edição, CRISE E CASTIGO E O DIA SEGUINTE, o livro imprescindível para compreender os desiquilíbrios, o resgate  e a recuperação da economia portuguesa. Com um novo capítulo,  conclusões revistas e análise dos anos de 2017 e 2018, já com os dados recentes do PIB segundo o Instituto Nacional de Estatística!
  

A apresentação:
19.10 | 18h30 | Associação do Comércio de Lisboa
Com a presença dos autores, apresentação por Francisco Assis e moderação de Helena Garrido.
Sinopse
 
Disseram-nos que nós, cidadãos, confiámos demasiado no futuro e vivemos acima das nossas possibilidades, logo, afundámos a economia nacional. Mas qual foi o papel do Estado e do cenário internacional neste naufrágio? Quais as causas profundas da crise que resultou no resgate de 2011, o terceiro desde a revolução de Abril, após anos de endividamento?
 
Neste ensaio indispensável, três dos nossos melhores macroeconomistas analisam com minúcia a evolução da economia portuguesa nas últimas três décadas.

Passo a passo, explicam-nos o como e o porquê da crise e do castigo por que passámos, e a Recuperação que se lhe seguiu.

Entre outras conclusões, está a de que cada um de nós, individualmente, pouco ou nada poderia ter feito para contrariar o rumo que levou à crise porque as decisões cruciais foram tomadas por quem dominava as redes de interesses que capturaram o Estado.

Durante o ajustamento e a recuperação, registaram-se avanços. Mas o ténue crescimento dos últimos cinco anos sugere que Portugal continua numa armadilha de baixo crescimento.

Os autores
Fernando Alexandre é doutorado em Economia pela Universidade de Londres – Birkbeck College, professor de Escola de Economia e Gestão da UMinho e consultor da FFMS. É autor de cinco livros sobre a economia portuguesa. Foi Secretário de Estado do XIX Governo Constitucional. É membro do painel do programa Tudo é Economia da RTP3 e colunista do jornal Observador.
Luís Aguiar‑Conraria é doutorado em Economia pela Cornell University e professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Dedica-se à macroeconomia e à economia política. Recebeu o Prémio Gulbenkian para a Internacionalização das Ciências Sociais. É colunista do jornal Público e membro do painel Conversas Cruzadas da Rádio Renascença.
Pedro Bação é doutorado em Economia pela Universidade de Londres — Birkbeck College e é professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Investiga nas áreas da macroeconomia e da econometria. É autor de diversos artigos e livros sobre a economia portuguesa.
Sabia que...

… em 1986 e 2000, o PIB quase duplicou e que, entre 2001 e 2014, quase não se alterou?

… só em 2018 é que recuperámos o nível de PIB de 2008?
… apesar do crescimento dos últimos cinco anos, em 2018, já só havia sete países na UE com um PIB per capita inferior ao português?
… entre 1998 e 2008, nenhum país da OCDE cresceu tão pouco e se endividou tanto como Portugal?





De Marias e Madalenas de Romeu Sabará, Chiado Books

De Marias e Madalenas

OUTROS LIVROS DO AUTOR





A tua última Dieta de Amil López Vieitez, Chiado Books



A tua última Dieta

Retalhos de vida na colónia – S.T.P. de L. Machado Marques, Chiado Books

Retalhos de vida na colónia – S.T.P.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Desabafo da Alma de Elvira Da Silva, Chiado Books

ISBN: 9789895263639 
Edição ou reimpressão: 08-2019 
Editor: Chiado Books 
Idioma: Português 
Dimensões: 139 x 216 x 17 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 244 
Tipo de Produto: Livro  
Coleção: Prazeres Poéticos Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia


Sinopse  

“Desabafo da Alma” é livro de poesia baseado na delicadeza dos sentimentos
Assinada por Elvira da Silva, obra tem o selo Chiado Books


Amor, morte, exclusão, nostalgia e sonhos são alguns dos temas que integram a obra “Desabafo da Alma”, de Elvira da Silva. O livro de poemas, recém lançado pela Chiado Books, busca evocar sentimentos, através das palavras, para emocionar o leitor. E, para além de promover uma identificação com os assuntos abordados, a proposta é também mostrar a delicadeza que existe até mesmo nos acontecimentos mais difíceis, como a morte.
A obra resulta de um conjunto de escritos reunidos ao longo de muitos anos, já que a autora faz poesia desde muito nova. Incentivada pelos filhos e o marido, resolveu reunir os melhores poemas e publicá-los em livro.
— A cada emoção que sinto com intensidade, escrevo instantaneamente e dou asas à imaginação — relata Elvira.
Nascida na década de 1970, numa aldeia do alto Minho (Darque), distrito de Viana do Castelo, a autora cresceu numa família modesta, no meio de oito irmãos. Menina carente e com falta de estima própria,­ lidou muito cedo com a morte, pois perdeu o pai e a irmã num curto espaço de tempo. Mas, mesmo destroçada, levava sempre um sorriso no rosto. Estes acontecimentos despertaram em si a paixão pelos livros e pela escrita.
Com a idade de 11 anos, numa aula de Português, foi louvada por um professor com uma nota excelente após entre­gar-lhe uma redacção. Ele chegou a perguntar de qual livro ela havia tirado o texto e quem era o autor. O questionamento causou algum desconforto, pois a redacção era da sua própria autoria
Poucos anos depois, Elvira decidiu imigrar para a França, na busca de uma vida melhor. Decisão que mudou a sua vida radicalmente, sendo aí que encontrou o seu actual marido, um trasmontano com quem tem três filhos. Foi inspirada nesta vivência que nasceu a obra “Desabafos da Alma”

A morte é um novo sol
          A alma segue nova etapa
          Sem esforços ganha a batalha
          E irradiante de luz
          A alma regressa a casa
         (excerto do poema A alma regressa a casa)

         Morri por dentro sorri por fora
         Como sol terno sem luz
         Morri no Outono
         Renasci na Primavera
         Como doce quimera
         (excerto do poema Morri tantas vezes)

         Botar fora aquela dor
         Troca-la por risos e alegria
         É olhar o mundo a nossa volta
         Com um toque de poesia
         (excerto do poema Fazer da vida canção)

         Sou mulher amante amiga
         Sou dona do teu coração
         Sou companheira que atravessa o tempo
         Sou pilar que segura a tua mão
         (excerto do poema Anjo que dança na noite)


Elvira Da Silva, nasceu em Outubro dos anos 70 numa aldeia do alto Minho (Darque), distrito de Viana do Castelo. Aos pés de Santa Luzia, rodeada de rio e de mar.

Cresceu numa família modesta no meio de 8 irmãos.

Menina carente com falta de estima própria,­lidou muito cedo com a morte. Perdeu o pai e a irmã no espaço de pouco tempo, o que a levou a enfrentar os percalços com muita dignidade e coragem e mesmo destroçada guardou sempre um sorriso no rosto.

Estes acontecimentos despertaram em si a paixão pelos livros e pela escrita. Começando aí a dar asas à sua imaginação.

Com a idade de 11 anos, numa aula de português foi louvada por um professor com uma nota excelente que, ao entre­gar-lhe uma redacção sua corrigida lhe perguntou de que livro foi tirada e qual o nome do autor. Pergunta que lhe causou algum desconforto sendo aredacção da sua própria autoria.

Foi poucos anos depois que a Elvira decidiu imigrar até a França na busca de uma vida melhor.

Decisão que mudou a sua vida radicalmente, sendo ai que encontrou o seu actual marido, um trasmontano com quem tem três filhos maravilhosos.

Foi inspirada nesta vivência que nasceu esta obra «desabafos da alma».

Chiado Books